Aos amigos, os cargos; aos inimigos, a lei.
Apostilha: Lembram-se da famosa ameaça? "Quem se mete com o PS leva"!!!
Terça-feira, Novembro 10, 2009
Segunda-feira, Novembro 09, 2009
Guerra Junqueiro - A actualidade
"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas;
um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai;
um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta.
Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação, da violência ao roubo, donde provém que na política portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro.
Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do País.
A justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas.
Dois partidos sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes, vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero, e não se malgando e fundindo, apesar disso,
pela razão que alguém deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar."
Guerra Junqueiro, 1896.
um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai;
um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta.
Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação, da violência ao roubo, donde provém que na política portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro.
Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do País.
A justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas.
Dois partidos sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes, vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero, e não se malgando e fundindo, apesar disso,
pela razão que alguém deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar."
Guerra Junqueiro, 1896.
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"Eles"
Quarta-feira, Outubro 28, 2009
Esmiuçando as "antifascistas"

“Quando a Directora da Menina e Moça me pediu algumas palavras para este número comemorativo do XX aniversário, senti que não podia deixar de responder a esse convite. Não que essa resposta me fosse ditada por uma mera cortesia para com as responsáveis da M. P. F., que respeito e admiro. Não que a ela me movesse o gosto, sempre renovado, de ver as próprias ideias ou sentimentos reduzidos à forma objectiva de caracteres tipográficos. Um único motivo me torna presente nas colunas desta revista. Esse motivo é a gratidão muito viva por tudo o que através da M. P. F., eu pude aprender, consciencializar e tornar bem concreto na vida quotidiana.
A Menina e Moça foi para mim, durante o tempo decisivo da minha adolescência, o complemento do clima de entusiasmo e de generosidade, de gosto pelos grandes ideais e de pronto espírito de serviço que as aulas de formação, as colónias de férias e, acima de tudo, o curso de graduadas da M. P. F. (que frequentei entre o 4.º e 5.º anos do liceu) me habituaram a desejar e a querer viver. Mais tarde, durante a experiência, extremamente rica, de alguns anos em que pude colaborar nas aulas de formação moral e nacionalista, o mesmo espírito me foi trazido pela Menina e Moça, onde sempre gostei de reencontrar o ideal, sem mistura, da mocidade, e a disponibilidade, sem reserva, da época da vida em que o coração todo inteiro se dá.
Sobretudo, veio-nos através da M. P. F. (eu não sei mais distinguir entre o que me veio através da Menina e Moça e o que veio através das outras actividades da Organização) a repulsa pela mediocridade consentida e o gosto das coisas duras, que me têm tornado a vida uma difícil mas apaixonante aventura. E, como pano de fundo de toda a formação que na M. P. F. recebi, veio-me a certeza, ao mesmo tempo empírica e mal documentada, da existência de uma vocação própria da Mulher no mundo, base natural em que mais tarde havia de assentar a minha vocação ao serviço da Igreja Universal.
É por isso que eu gostaria de dizer a todas as meninas e moças da geração de hoje que não fechem os ouvidos ao apelo de altura e de sonho que a M. P. F. nelas quer despertar. Que não encolham os ombros, numa pretensão de experiência céptica das pessoas e das coisas, quando a M. P. F. as convida à generosidade e a ocuparem o seu lugar no mundo. Que não se alheiem com desprezo daquelas que procuram ajudá-las a viver a etapa maravilhosa da adolescência. Que não tenham medo de ser diferentes no meio da massa indiferenciada que a civilização do nosso tempo tem produzido.”
Maria de Lourdes Pintassilgo
(Graduada da Mocidade Portuguesa Feminina)
1959

In: “Mocidade Portuguesa Feminina”, Irene Flunser Pimentel,
Esfera dos Livros, 2007, pág. 204.
A Menina e Moça foi para mim, durante o tempo decisivo da minha adolescência, o complemento do clima de entusiasmo e de generosidade, de gosto pelos grandes ideais e de pronto espírito de serviço que as aulas de formação, as colónias de férias e, acima de tudo, o curso de graduadas da M. P. F. (que frequentei entre o 4.º e 5.º anos do liceu) me habituaram a desejar e a querer viver. Mais tarde, durante a experiência, extremamente rica, de alguns anos em que pude colaborar nas aulas de formação moral e nacionalista, o mesmo espírito me foi trazido pela Menina e Moça, onde sempre gostei de reencontrar o ideal, sem mistura, da mocidade, e a disponibilidade, sem reserva, da época da vida em que o coração todo inteiro se dá.
Sobretudo, veio-nos através da M. P. F. (eu não sei mais distinguir entre o que me veio através da Menina e Moça e o que veio através das outras actividades da Organização) a repulsa pela mediocridade consentida e o gosto das coisas duras, que me têm tornado a vida uma difícil mas apaixonante aventura. E, como pano de fundo de toda a formação que na M. P. F. recebi, veio-me a certeza, ao mesmo tempo empírica e mal documentada, da existência de uma vocação própria da Mulher no mundo, base natural em que mais tarde havia de assentar a minha vocação ao serviço da Igreja Universal.
É por isso que eu gostaria de dizer a todas as meninas e moças da geração de hoje que não fechem os ouvidos ao apelo de altura e de sonho que a M. P. F. nelas quer despertar. Que não encolham os ombros, numa pretensão de experiência céptica das pessoas e das coisas, quando a M. P. F. as convida à generosidade e a ocuparem o seu lugar no mundo. Que não se alheiem com desprezo daquelas que procuram ajudá-las a viver a etapa maravilhosa da adolescência. Que não tenham medo de ser diferentes no meio da massa indiferenciada que a civilização do nosso tempo tem produzido.”
Maria de Lourdes Pintassilgo
(Graduada da Mocidade Portuguesa Feminina)
1959

In: “Mocidade Portuguesa Feminina”, Irene Flunser Pimentel,
Esfera dos Livros, 2007, pág. 204.
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Hipócritas,
O meu Baúzinho
Afinal a culpa é de Hitler!

Pois é. Afinal o dr. George e mais a quantidade de políticos e deputados e os outros etceteras da treta que nos chateiam o juízo com os "malefícios do tabaco" e proibições conexas, inspiraram-se para este efeito na Alemanha Nacional Socialista e no seu Chefe Adolf Hitler.
A mim bem me parecia que aqui havia uma mãozinha suspeita. Mas agora e depois de ler o livro cuja capa vos ofereço fiquei sem quaisquer dúvidas. O que eles querem é que à semelhança da Alemanha Nacional Socialista, os portugueses possam ser todos eles candidatos à admissão nas SS de Himmler. Sim porque para se ser admitido nas SS não se podia fumar.
Ou seja e depois de ler esta preciosidade fiquei esclarecido, e de borla ofereço ao dr. George (o recem vacinado contra a gripe dos porcos) uma ideia para um novo cartaz da sua maravilhosa campanha.Poderão dizer que é um plágio, mas que querem "eles" também já plagiaram a campanha anti tabagística do III Reich ...
A mim bem me parecia que aqui havia uma mãozinha suspeita. Mas agora e depois de ler o livro cuja capa vos ofereço fiquei sem quaisquer dúvidas. O que eles querem é que à semelhança da Alemanha Nacional Socialista, os portugueses possam ser todos eles candidatos à admissão nas SS de Himmler. Sim porque para se ser admitido nas SS não se podia fumar.
Ou seja e depois de ler esta preciosidade fiquei esclarecido, e de borla ofereço ao dr. George (o recem vacinado contra a gripe dos porcos) uma ideia para um novo cartaz da sua maravilhosa campanha.Poderão dizer que é um plágio, mas que querem "eles" também já plagiaram a campanha anti tabagística do III Reich ...
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Humor ácido
Quarta-feira, Setembro 16, 2009
Juro que não estou bêbado

Ma devo ser eu que estou toldado (pelo trabalho) e só me dá para ver disparates neste cartaz. Não pode ser verdade. São alucinações minhas, digo eu...
Ou então o "pretendente" é que está toldado. Não me digam que perante este cenário nós - os monárquicos - ainda vamos ter de apoiar o D. Rosário Poidimani. Ao menos esse nunca nos enganou. Todos sabemos ao que ele vem ...
Agora, digam-me lá porque raio é que qualquer Monárquico vai apoiar este tipo de pessoas. Poupem-me!
Apostilha: Já ontem me passei com a cartita que o "pretendente" escreveu a Miguel Esteves Cardoso na sessão de cartas ao director do Público. Meu Deus, ao que chegámos.
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o estado a que isto chegou ...
Quarta-feira, Setembro 09, 2009
Voltei. E determinado

Portugal fechou a loja (era comércio local, não era nenhuma grande superfície). Foi trespassado – por meia dúzia de patacas - ao pessoal da pantufa e da serenidade.
Como dizia o nosso saudoso Goulart Nogueira– “eles” tem a perna fofa, não têm passo de alarve. Só vão com Suas Excelências (quanto muito) até ao Algarve.
“Eles” não gostam de nós – dos grilos falantes que os massacram e lhes mostram constantemente os erros e omissões cometidas. Acusam-nos de sermos radicais. Esquecem-se – ou querem esquecer-se - que a situação é que é radical. Enquanto “eles” se entretêm com jogos florais, sem qualquer fino recorte (aliás), continuamos todos os dias que passam a escorregar mais uns metros em direcção ao abismo final.
E o povo espanta-se, encolhe-se, chama-lhes nomes. E omite o facto de haver outras escolhas. As escolhas que nos permitiram ser – durante oito séculos – um verdadeiro farol para a Humanidade.
Erros nossos – má fortuna? Também, mas o boicote é constante. Ainda ontem ouvi alguém dizer – quem? Os nazis?
Achei que devia (tinha de) gastar algum do meu tempo com essa pessoa. E valeu a pena.
Pois vamos a isso. Vamos gastar o nosso tempo. E a verdade há-de chegar a quem deve chegar.
Sempre por Portugal e mais nada.
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Estado de espírito
Quinta-feira, Julho 16, 2009
No passamento de Inácio
Palma Inácio morreu. Claro que houve uma catadupa de loas e louvores ao valente antifascista da nossa praça...
Pouco quero dizer. Sampaio, de que recentemente vos dei alguns exemplos de democracia por ele prodigalizados ao povoléu pós 25, deu-lhe uma ordem "honorífica" qual prebenda pela sua actuação. Convém não esquecer que também lhe proporcionou uns carcanhóis, que segundo agora sei nem chegavam para lhe pagar o lar em que terminou os seus dias.
Todos falaram do "herói romântico" do "gentleman assaltante de banco", etc. Do anti fascista.
Ninguém - mas absolutamente ninguém - falou da sua actuação pós 25. Nem um só para dar um ar de independência nos jornais ou na TV. Acreditem que não me espantou. Rodrigo Emílio soube dar-nos a dimensão do "menino".
Teve sorte - muita sorte, digo eu. Um dia eu conto esta história. Tem a ver com uma acção levada a cabo pela LUAR em Espanha no Verão de 1975. Tratava-se ou de um rapto ou do assassinato de um exilado que se encontrava em Madrid (nunca se soube ao certo). A coisa correu-lhes mal e poderia ter corrido bem pior se não fosse cá por coisas.
Ou seja o tal de Palma morreu na cama. Está feita a história.
Apostilha: vocês já repararam que os jornalistas e sus amiguitos só nos falam exclusivamente dos antifascistas (dos heróicos e românticos impolutos seres). Nunca e quando morre um anticomunista (mesmo que não seja dos nossos) nunca referem esse facto. Enfim, malhas que o império jornalístico tece...
Pouco quero dizer. Sampaio, de que recentemente vos dei alguns exemplos de democracia por ele prodigalizados ao povoléu pós 25, deu-lhe uma ordem "honorífica" qual prebenda pela sua actuação. Convém não esquecer que também lhe proporcionou uns carcanhóis, que segundo agora sei nem chegavam para lhe pagar o lar em que terminou os seus dias.
Todos falaram do "herói romântico" do "gentleman assaltante de banco", etc. Do anti fascista.
Ninguém - mas absolutamente ninguém - falou da sua actuação pós 25. Nem um só para dar um ar de independência nos jornais ou na TV. Acreditem que não me espantou. Rodrigo Emílio soube dar-nos a dimensão do "menino".
Teve sorte - muita sorte, digo eu. Um dia eu conto esta história. Tem a ver com uma acção levada a cabo pela LUAR em Espanha no Verão de 1975. Tratava-se ou de um rapto ou do assassinato de um exilado que se encontrava em Madrid (nunca se soube ao certo). A coisa correu-lhes mal e poderia ter corrido bem pior se não fosse cá por coisas.
Ou seja o tal de Palma morreu na cama. Está feita a história.
Apostilha: vocês já repararam que os jornalistas e sus amiguitos só nos falam exclusivamente dos antifascistas (dos heróicos e românticos impolutos seres). Nunca e quando morre um anticomunista (mesmo que não seja dos nossos) nunca referem esse facto. Enfim, malhas que o império jornalístico tece...
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"Eles"
Por isto - e muito mais - mantenho as minhas Ideias

De um lado o "casa e decoração", do outro o povo.
Não tenho qualquer dúvida - nem nunca tive em toda a minha vida - de que lado do muro eu estou ou estarei.
Nunca, por nunca o ser, poderei mudar de opiniões (evoluir, ou aggiornar-me, como é bonito agora dizer-se). Há 47 anos comecei a minha militância política. Sempre no lado certo, por muito que isto custe a certos letrados da nossa praça, que à falta de melhores argumentos até homosexuais nos chamam. Eles que me digam isso na cara que eu sei resolver estes assuntos de forma expedita. Mesmo sexagenário...
Porque mesmo que insultado eu estou certo. Eu estou do lado em que é preciso estar. Não contemplo mudar - rachar lhes chamava e chama o Partido Comunista. Também eles estão - neste caso - do lado certo! Também eles comungam comigo e nutrem também por esta "gentuza" o mesmo sadio desprezo por esses burgueses do ocidente de que nos falava Leo Valeriano.
Ainda bem que os publictários brasileiros nos trouxeram esta maravilhosa imagem de louvor a mais um condomínio fechado (e armado até aos dentes) junto de um Povo que luta pela sua sobrevivência, sem qualquer esperança de mobilidade social. Porque hoje em dia mobilidade social é só fachada. Até a Universidade deixou de desempenhar esse papel na formação de novas elites. O nível de algum professorado e a preparação pré universitária da maioria dos alunos é aterradora. E de uma seara infectada e decadente só poderá sair cereal bem estragado.
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Segunda-feira, Julho 06, 2009
E se fosse dar banho ao cão...

Ou ao leão, se para isso tiver os tintins necessários...
Ainda outro dia um estimado anónimo perguntava na caixa de comentários do meu bom Amigo Nonas (a propósito das suas habituais brincadeiras anti benfiquistas) se ele não tinha uma "pilinha" para ir brincar. Não vou por aí. Prefiro mandar um anónimo - bom esquerdista que pensa ser - dar banho ao cão.
Agora deu para tratar de um lançamento de um livro de Poesia do Poeta Maior AM Couto Vianna glozando o tema da SHIP, confundindo-a com a Shite (sic- esquecendo-se que, na língua do imperialismo, merda se escreve sem e).
É óbvio que o Palácio onde foi gizada a libertação de Portugal é um local desprezível para a esquerda. Calculem que não foram as massas trabalhadoras oprimidas pelos capitalistas que libertaram Portugal do jugo de Castela, mas sim os representantes das classes dominantes - os nobres. Lá se vai a famosa tese de Cunhal sobre a crise de 1383/85 para o galheiro.
Não faz mal, eu continuo a admirar o Barreirinhas por todas as qualidades que tinha. Mesmo sendo comuna.
E olhe use um shampôo daqueles bons com um PH neutro não vá o bruto do leão dar-lhe uma bicadazinha
Apostilha: Como é agradável ver a nossa muito estimada esquerda preocupada e afinada quando se fala da independência. É óbvio - para qualquer observador - de que o que eles verdadeiramente gostam é da dependência ...
2ª Apostilha: Outro aspecto que é de realçar na nossa esquerda catita é o facto de se terem rendido ao liberalismo: O que eles querem é liberalização. Ele é o aborto, ele é o casamento dos gays, ele é a eutanásia, ele é a liberalização das drogas, ou seja liberalização a todo o custo. Tão liberais que eles são, que qualquer dia os vamos ver a todos na escola de Chicago ou citando amiudadamente o Espada.
Agora se percebe o ódio deles a Salazar, que como todos sabem era um profundo anti - liberalista ...
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